01 julho 2026
24 junho 2026
SOBRE A COERÊNCIA DO PASSAR DO TEMPO
O bonito do passar do tempo é a coerência que se constrói. É claro que lá, no começo, a gente se amplia, se torna mais abrangente, sofisticado, o se se simplificando, tornando-se mais completo... mas a coerência não é da superfície. Pelo contrário, a nossa superfície é contraditória: a gente muda, se contradiz, um dia faz uma coisa, não sabe o que quer. É como um oceano, Aquela profundidade que ninguém aonde ninguém vai, que poucas pessoas hoje conseguiram alcançar... aquele lugar é quieto, parado, tem a força de estar ali, na inteireza de ser oceano. A superfície do oceano, léguas acima, borbulha, obedece a todas as atrações da natureza. A gente é tudo isso, mas a coerência de ser está naquele fundo, não muda.
Adaptado de: https://www.facebook.com/watch/?ref=saved&v=1019964040365965
20 junho 2026
POR QUE EM MINAS SE FALA TREM PARA TUDO
O trem do mineiro
surgiu antes da chegada do trem. [...]
No dialeto mineiro, é
muito comum usar a palavra trem para
tudo. “Caiu um trem no olho do menino. Pega lá um trem para eu tirar.” E para
ser mineiro mesmo, o trem quase nunca vai para o plural. “Chiquinho tava com os
trem de fora. Vez em quando, me dá uns trem no coração”.
Trem aparece no lugar de coisa, coiso, treco,
troço, bagulho, negócio. É o que os linguistas chamam de palavra-ônibus –
palavras que podem expressar inúmeros significados, sem limitação semântica. [...]
O trem é um trem que serve para tudo.
O trem, no entanto, não é exclusivo dos mineiros, nem uma invenção
deles. É um trem que apareceu muito antes da invenção do trem ferroviário. O
trem de ferro só chegou ao Brasil em 1854. Antes disso, a palavra trem já era bastante usada em Minas e
Goiás.
No século XVIII, as
pessoas escreviam ‘trem’ ou ‘trein’, em português, pois as duas palavras vêm do
francês antigo ‘train’ e este de ‘traïner’ (puxar, trazer, arrastar). ‘Traïner’
veio do verbo latino ‘trahere’, que também significa puxar, trazer.
É de ‘traïner’ que, em
inglês, surgiu ‘to train’ (treinar). Um passatempo muito comum, antigamente,
era o da falcoaria (arte de ensinar os falcões a caçar). O falcão voava e
trazia (‘traïner’) a caça para o seu dono. Essa noção de adestramento diário
passou para os esportes.
‘Traïner’ também gerou
o ‘traîneau’ (o trenó), um veículo de neve que também traz (transporta) coisas.
Trenó e trem são irmãos etimológicos. Os antigos carros que puxavam os canhões
do exército eram os trens de artilharia. Um conjunto de carruagens que traziam
coisas e pessoas era trem muito antes que qualquer ferrovia ter sido pensada.
Um comboio, uma caravana, um conjunto de carruagens eram um trem.
Com o tempo, o trem
também passou a designar as coisas transportadas, a bagagem: roupas, malas,
armas, utensílios, [...] objetos, pertences em geral. É a partir daí, que trem começou a servir para tudo,
uai. Em Minas, a forte presença
portuguesa dada pela mineração colonial, fez esse trem se assentar mais do que
em outros lugares do Brasil.
Lá por volta de 1816,
tomando aquele sentido francês de trazer, de puxar, os ingleses usaram a
palavra ‘train’ para a locomotiva. É por via inglesa que o trem chegou ao Brasil
com o nome de ‘trem de ferro’ – o ‘de ferro’ era importante justamente para
diferenciá-lo dos outros trens (comitivas, caravanas). É por isso que algumas
palavras ligadas ao trem têm ferro na composição: ferrovia, linha férrea,
ferromoça (a antiga comissária de bordo de trens) [...]. Os portugueses chamam
de comboio ferroviário ou só comboio.
Então, quando um
mineiro diz trem, não se refere ao
trem veículo, mas às coisas em geral, como os portugueses faziam. Nunca se
tratou de um fascínio pelos trens de ferro. [...]
15 junho 2026
AVALIAÇÃO BIMESTRAL 2 - 1ª SÉRIE 2026
- Leia o texto para responder às questões de 1 a 3 -
Quem
ainda se lembra da frase alemã Arbeit macht frei (“o trabalho liberta você”, em
tradução livre), irônica expressão fixada nos portões de campos de extermínio nazistas
na Segunda Guerra Mundial? Pois bem, há ecos fortes por aqui. “Trabalhe
enquanto eles dormem”, dizem os influenciadores digitais que prometem riqueza e
sucesso a quem dificilmente conseguirá acumular alguns reais durante a vida.
“Pelo menos eu faço meu horário”, afirmam os motoristas e entregadores de
aplicativo, sufocados por jornadas superiores a 12 horas para obter o mínimo
sustento à família. Enquanto se agarram a frases como essas, trabalhadores de
todo tipo acabam por não perceber que se trata da destruição contínua e eficaz
de um bem maior: seu tempo de vida.
Uma
das consequências mais trágicas do estado terminal do trabalho contemporâneo é
que, das pessoas trabalhadoras, foi usurpado o direito de sonhar. Não falo de
fantasiar sobre um futuro melhor nem das tais utopias sociais, agora bastante
desacreditadas. Falo, sim, dos sonhos noturnos, aqueles que costumam brotar no
momento da opacidade da consciência. Sonhar é importante para consolidar a
memória, prevenir doenças neurológicas e até para resolver simbolicamente nossos
conflitos subjetivos. Para um grande conhecedor da magia dos sonhos – Sigmund
Freud –, são eles que protegem nosso sono das invasões perturbadoras do inconsciente.
Lembremos que, quando decifrados por nós mesmos ou na psicanálise, os sonhos
nos levam a um entendimento maior de nossas experiências diurnas. Sonhar é tão
necessário quanto se alimentar bem ou se exercitar fisicamente. Por isso não é
um exagero dizer que privar alguém do sonho equivale a um crime. Sim, o que
está acontecendo no mundo do trabalho contemporâneo pode ser chamado de roubo
descarado de um direito humano fundamental: o direito de sonhar.
Disponível
em: www.nexojornal.com.br/ensaio/2025/10/26/escala-6x1-trabalho-impacto-sono-saude-trabalhador.
Acesso em: 3 dez. 2025.
Questão
1
Para
analisar efeitos do trabalho contemporâneo, o texto começa com a citação da
frase afixada sobre os portões dos campos de extermínio nazistas (Arbeit macht frei – “o trabalho liberta
você”), estabelecendo um diálogo intertextual. No contexto, a menção a esse
enunciado histórico tem a finalidade de
A)
argumentar que o trabalho é a melhor forma de conquistar a liberdade
individual.
B) demonstrar como o trabalho pode trazer
prejuízos quando associado a opressões.
C)
confirmar o discurso de influenciadores digitais de valorização do esforço
individual.
D)
opor a liberdade resultante do trabalho no passado à perda dos sonhos no
presente.
E)
comprovar que é recente a exploração do trabalho por meio jornadas extenuantes.
Questão
2
“Para um grande conhecedor da
magia dos sonhos – Sigmund Freud –, são eles que protegem nosso sono das
invasões perturbadoras do inconsciente”. (2º parágrafo).
Nesse trecho, a expressão
destacada foi empregada com a intenção de
A) ressaltar que os sonhos
pertencem ao domínio do sobrenatural, e não ao da razão.
B) ironizar Freud, pois sonhos não
têm relação direta ou simbólica com a realidade.
C) destacar o poder de atração que os sonhos exercem sobre toda a
humanidade.
D) sugerir que os sonhos são
ilusórios e que, portanto, não têm poder terapêutico.
E) revelar que a interpretação de
sonhos depende de rituais mágicos e simbólicos.
Questão
3
As
figuras de linguagem são um recurso frequentemente empregado em textos para
gerar expressividade e efeitos de sentido. A hipérbole é uma figura que foi
empregada em vários trechos do texto, e as alternativas a seguir exemplificam
seu uso, EXCETO em:
A)
“’Trabalhe enquanto eles dormem’, dizem os influenciadores digitais” (1°
parágrafo).
B)
“prometem riqueza e sucesso a quem dificilmente conseguirá acumular alguns
reais durante a vida” (1° parágrafo).
C)
“afirmam os motoristas e entregadores de aplicativo, sufocados por jornadas
superiores a 12 horas” (1° parágrafo).
D)
“Uma das consequências mais trágicas do estado terminal do trabalho
contemporâneo é que, das pessoas trabalhadoras, foi usurpado o direito de
sonhar” (2° parágrafo).
E) “Por isso não é um exagero dizer que
privar alguém do sonho equivale a um crime” (2° parágrafo).
- Leia o texto a seguir para
responder às questões 4 e 5 -
Cidadão doutor
Os brasileiros sempre tivemos problema com a
palavra cidadão, ou com qualquer outra que indique igualdade civil e ausência
de hierarquias sociais, como sua irmã gêmea, república. Roberto DaMatta já nos
mostrou isso.
O vírus da cidadania chegou a nossas plagas vindo
da França revolucionária, do assustador Aux
armes, citoyens!1. Um panfleto manuscrito de 1821, exposto nas
ruas de Salvador, não deixava por menos: “Às armas, cidadãos! [...] Se à força
da razão os reis não cedem/ das armas ao poder cedam os reis”. Mas estávamos
vacinados pela tradição monárquica ibérica. A palavra entrou para nosso
vocabulário liberal domesticada em seu potencial nivelador.
Nova tentativa de retomá-la em seu sentido
revolucionário foi feita logo após a Proclamação da República por alguns
republicanos jacobinos2 e positivistas3. Silva Jardim à
frente, e novamente inspirados na Revolução de 14 de julho, eles saíam cantando
a “Marselhesa” pelas ruas do Rio de Janeiro, para desespero do representante francês,
que não queria atritar-se com o governo brasileiro, nem desagradar a seus
compatriotas.
CARVALHO, José Murilo de. Disponível em:
https://oglobo.globo.com/opiniao/cidadao-doutor-24550446. Acesso em: 4 dez.
2025.
Glossário
1.
“Às armas, cidadãos”: verso de A Marselhesa, Hino Nacional da França, composto
originalmente como canção de protesto durante a Revolução Francesa.
2.
entre os partidários da Revolução Francesa, os jacobinos eram vistos como os
mais exacerbados, os que mais ardorosamente defendiam os valores
revolucionários.
3.
adeptos do positivismo, corrente filosófica bastante influente na Europa e no
Brasil no século XIX.
Questão
4
Segundo o autor, “os brasileiros
sempre tivemos problema com a palavra cidadão” porque
A) quando o termo surgiu, os
nacionalistas rejeitavam influências francesas.
B) o significado original do termo
omitia desejáveis distinções hierárquicas sociais.
C) a cultura nacional tende a prezar hierarquias e a desigualdade entre os
indivíduos.
D) seu sentido vago não a
distingue de “qualquer outra que indique igualdade civil”.
E) a consolidação de ideais
republicanos tornou incompreensível a ideia de cidadania.
Questão
5
No
contexto, pode-se inferir que o “desespero do representante francês” se deve,
ao menos em parte,
A) à diferença ideológica entre o
governo brasileiro da época e a mensagem do hino francês.
B)
ao receio de revolucionários apoiados pela França serem descobertos pelo
governo do Brasil.
C)
à apropriação indevida do Hino Nacional da França por grupos políticos
contrários à democracia.
D)
ao risco de os grupos jacobinos no Brasil serem relacionados à atuação do
embaixador francês.
E)
à falta de compreensão por parte dos brasileiros sobre valores como cidadania e
democracia.
- Leia o texto para
responder às questões 6 e 7 -
O CEO do Twitter sai nos
devendo uma
Jack Dorsey não é mais CEO do Twitter. Em alguns aspectos,
deixará saudades. Nenhum alto executivo de redes sociais falava com a franqueza
dele. Jack sempre reconheceu que seu algoritmo ajuda a promover um ambiente mais
agressivo na plataforma. Será substituído por Parag Agrawal, de 37 anos, CTO da
companhia desde 2017. É uma escolha que fala muito sobre a visão que o ex-CEO
deixa. [...]
A escolha de Parag Agrawal faz todo o sentido. A agilidade
do Twitter depende de a rede ser estável, baseada numa infraestrutura sólida.
Essa foi a principal obra de Jack Dorsey. O que ele prometeu e não entregou,
porém, é igualmente grande. O algoritmo do Twitter ajuda a promover ondas de
cancelamentos virtuais, pois distribui mais mensagens de ódio. Ajuda a cindir
sociedades, ressaltando diferenças e enterrando concordâncias. Está entre os
responsáveis por quebrar a política em democracias. Jack havia prometido
entregar um algoritmo que incentivasse diálogo. Não o fez. Que Agrawal o faça.
DORIA, Pedro. Disponível em: https://blogs.oglobo.globo.com/opiniao/post/o-ceo-do-twitter-sai-nos-devendo-uma.html.
Acesso em: 3 dez. 2021.
Questão
6
No parágrafo final do excerto, há
termos empregados em sentido figurado, como exemplificado em:
A) “agilidade” (2° período).
B) “prometeu” (4° período).
C) “virtuais” (5° período).
D) “enterrando” (6° período).
E) “política” (7° período).
Questão
7
Na passagem “Está entre os responsáveis
por quebrar a política em democracias.”, identifica-se a seguinte figura de
linguagem:
A) comparação.
B) sinestesia.
C) catacrese.
D) prosopopeia.
E) metáfora.
- Texto para questões de
8 a 10 –
Telemedicina é para
todos, mas nem todos estão preparados
A telemedicina, nos últimos anos, tem se
destacado como uma ferramenta valiosa, proporcionando uma gama de benefícios
que vão desde a ampliação do acesso à assistência médica até a otimização dos
recursos de todo o ecossistema de saúde.
O governo federal propõe a Estratégia de Saúde Digital,
um programa destinado à transformação digital da saúde no Brasil. Seu principal
objetivo é facilitar a troca de informações entre os diversos pontos da Rede de
Atenção à Saúde, promovendo a interoperabilidade e, assim, possibilitando a
transição e a continuidade do cuidado nos setores público e privado. Também
está em discussão um projeto de lei que dispõe sobre o prontuário eletrônico
unificado do cidadão, o que indica o quanto o tema está em evidência tanto para
os gestores públicos quanto para os privados.
Contudo, é importante reconhecer que nem todas as
pessoas estão igualmente preparadas para aproveitar plenamente os cuidados
ofertados pela telemedicina.
Um
dos principais benefícios do atendimento de saúde a distância é a capacidade de
superar barreiras geográficas, proporcionando acesso a serviços médicos,
especialmente para pacientes que residem em áreas remotas e/ou carentes de
certas especialidades médicas, os chamados “vazios assistenciais”. A equidade
no acesso é uma questão crítica, uma vez que nem todos têm ao seu alcance
dispositivos tecnológicos ou uma conexão à internet que seja confiável, entre
outros problemas de infraestrutura.
É um desafio tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde, que, em muitos casos, não contam com estrutura para o trabalho remoto nem com letramento digital para desenvolver as funções.
OLIVEIRA, D. Artigo: Telemedicina é para todos,
mas nem todos estão preparados. Correio Braziliense, Brasília, 11 jan. 2024. Disponível
em: www.correiobraziliense.com.br. Acesso em: 21 jan. 2024. (Adaptado).
Questão
8
Ao
tratar da telemedicina, esse texto ressalta que um dos benefícios dessa
tecnologia para a sociedade é o fato de ela
A)
disponibilizar prontuário único do cidadão tanto na rede pública quanto na
privada.
B) oportunizar o acesso a atendimento
médico a pacientes de áreas periféricas.
C)
fornecer dispositivos tecnológicos para a realização de exames.
D)
promover a interação entre diferentes especialidades médicas.
E)
garantir infraestrutura para o trabalho remoto de médicos.
Questão
9
O
objetivo do governo com o programa Estratégia de Saúde Digital pode ser
resumido pela palavra
A)
telemedicina.
B)
ferramenta.
C)
ecossistema.
D)
informações.
E) interoperabilidade.
Questão
10
O excerto transcrito, pelo
assunto, pela estrutura e pela linguagem, pode ser classificado como um(a)
A) texto jurídico.
B) abaixo-assinado.
C) artigo jornalístico.
D) postagem em rede social.
E) publicidade institucional.
- Leia o texto a seguir e
responda às questões 11 e 12 -
Aproxima-se
o Fidalgo e, chegando ao barco infernal, diz:
FIDALGO
Esta barca para onde vai,
Que
assim está apercebida?
DIABO
Vai para a ilha perdida,
E
há de partir daqui a nada.
FIDALGO
E para lá vai a senhora?
DIABO
Sou um senhor,
Ao
vosso serviço.
FIDALGO
Parece-me isto um cortiço...
DIABO
Porque a vedes daí de fora.
FIDALGO
Pois sim, e por que terra passais?
DIABO
Para o inferno, senhor.
FIDALGO
Uma terra sem-sabor...
DIABO
O quê?... Mas também disso zombais?
FIDALGO
E que passageiros achais
Para
tal embarcação?
DIABO
Vejo-vos eu em feição,
Para
ir no nosso cais…
VICENTE, Gil. Auto da Barca do Inferno.
Wikisource Brasil. Disponível em:
https://pt.wikisource.org/wiki/Auto_da_Barca_do_Inferno/O_Fidalgo. Acesso em:
10 nov. 2025.
Questão
11
O
fragmento de Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, pertence ao gênero
A)
épico, pois apresenta ações heroicas em tom elevado.
B)
lírico, pois expressa os sentimentos íntimos do eu poético.
C) dramático, pois é constituído por
falas de personagens e destinado à representação.
D)
narrativo, pois há um narrador que conduz as ações.
E)
didático, pois busca ensinar por meio de fábulas moralizantes.
Questão
12
No fragmento apresentado, o
diálogo entre o Fidalgo e o Diabo revela uma determinada atitude do Fidalgo
diante da barca e do destino nela apontado. Qual das assertivas melhor
corresponde à postura do Fidalgo?
A) Ele aceita alegremente embarcar
sabendo que irá para o inferno.
B) Ele indaga com ironia e parece desprezar o valor da embarcação e do
destino.
C) Ele demonstra temor e
arrependimento profundo por seus atos.
D) Ele reconhece que a barca leva
ao céu e deseja juntar-se a ela.
E) Ele exige condições para
embarcar e somente o fará com garantia de salvação.
1ª SÉRIE - LI
- Texto para as questões
de 1 a 4 -
Global plastic recycling rates are stuck at under
10 per cent, a comprehensive new study shows. Plastic production has exploded
in the meantime, creating a pressing global environmental challenge, according
to researchers from Tsinghua University in China. The vast majority of plastics
are made from virgin resin using fossil-fuel based feedstocks1,
which compromises the global efforts to mitigate climate change. The findings add
to a relatively small but growing body of research on sources of plastic
pollution throughout the supply chain2.
To create a first-of-its-kind analysis of the
global plastics sector, the researchers analyzed national statistics, industry
reports, and international databases from 2022. They found that just 9 per cent
of the 437 million tonnes of new plastic produced that year came from recycled
materials. “The global recycling rate remained stagnant [...] reflecting little
improvement from previous years,” according to the researchers.
The
United States – the largest consumer of plastic per capita – has one of the
world’s lowest recycling rates at just 5 per cent reuse, they note. It worsened
after China prohibited plastic waste imports in 2018.
While consumers separate their waste with the
best of intentions, only 38 million tonnes of the 75 million tonnes of plastic
separated and collected each year ends up being recycled. A number of factors
are holding plastic recycling back, the study explains. For one, large quantities
of plastic materials make processing them difficult. Food smeared onto plastic,
labels, and other kinds of contamination further impede the process at recycling
facilities. From an economic point of view, virgin plastic can often be cheaper
to work with than recycled plastic, largely due to fluctuating oil prices. This
discourages investment in recycling infrastructure and technology, keeping
recycling rates low. More should be done at the design stage too, the
researchers say, to ensure products can be recycled efficiently.
LIMB, Lottie. Global plastic recycling rates are
stuck at under 10 per cent, a comprehensive new study shows. Euronews, 14 abr.
2025. Disponível em:
www.euronews.com/green/2025/04/14/fossil-fuels-in-another-form-plastic-recycling-ratestagnates-at-under-10-report-finds.
Acesso em: 5 dez. 2025.
Glossário
1.
fossil-fuel based feedstocks: matérias-primas feitas a partir de combustíveis
fósseis.
2.
supply chain: cadeia de suprimentos.
Questão
1
The
main purpose of the text is to
A)
detail the chemical processes of plastic recycling.
B)
suggest new rules for the consumption of plastic.
C)
discuss the economic benefits of virgin plastic.
D)
promote new technologies for plastic recycling.
E) report the stagnation of plastic
recycling rates.
Questão
2
No
trecho do primeiro parágrafo “The vast majority of plastics are made from
virgin resin using fossil-fuel based feedstocks, which compromises the global
efforts to mitigate climate change”, o termo sublinhado equivale, em português,
a:
A)
gerenciar.
B) atenuar.
C)
agravar.
D)
prever.
E)
ignorar.
Questão
3
De acordo com o segundo parágrafo,
A) o índice global de reciclagem
de plástico apresentou uma alta significativa em 2022, em comparação com anos
anteriores.
B) os Estados Unidos têm um dos
índices mais elevados de reciclagem de plástico per capita do mundo.
C) a proibição da importação de resíduos plásticos pela China em 2018
contribuiu para a queda na reciclagem de plástico dos Estados Unidos.
D) a análise do setor global de
plásticos priorizou as estatísticas nacionais em detrimento dos dados de
relatórios da indústria internacional.
E) a maior parte do novo plástico
produzido anual
Questão
4
In
the first sentence of the text “Global plastic recycling rates are stuck at
under 10 per cent,”, “rates” could be replaced, with no change in meaning, by:
A)
declines.
B)
novelties.
C) percentages.
D)
scarcities.
E)
rumors.
Questão
5
Read the text. Use the verbs in
brackets in the past simple or past continuous to complete the sentences:
Local terrorists ambush routine patrol
Four soldiers were injured
yesterday because a bomb ___ (explode) near their armored vehicle. The incident ___ (happen) at 4.30
pm while the soldiers ___ (return) to base after a routine patrol. Their vehicle ___ (travel) along
the High Street when suddenly they ___ (have) to slow down because a
bomb which was hidden in a rubbish bin ___ (explode).
A) exploded – was happening –
return – traveled – have – was exploding
B) exploded – happened – were returning – was traveling – had – exploded
C) were exploding – were happening
– returned – were traveling – had – exploded
D) was exploding – happened –
returned – traveled – have – exploded
E) were exploding – was happening
– return – was traveling – have – was exploding
AVALIAÇÃO BIMESTRAL 2 - 2ª SÉRIE 2026
- Leia o texto para responder às questões de 1 a 3 -
A febre
do lítio no Brasil está se expandindo para a Amazônia Legal, região que abriga
o maior número de povos tradicionais e florestas nativas preservadas do país.
Os pedidos para explorar o minério, usado na indústria da tecnologia, bateram
recorde nos últimos quatro anos e podem causar impactos em ao menos 21 áreas protegidas,
entre terras indígenas, unidades de conservação e assentamentos da reforma
agrária.
O
Brasil tem o décimo maior depósito de lítio do mundo, estimado em 1,3 milhão de
toneladas, sendo 390 mil toneladas economicamente viáveis, de acordo com o
Serviço Geológico dos Estados Unidos. Os números, no entanto, podem estar
subestimados, já que o subsolo brasileiro ainda está sendo mapeado.
Por
enquanto, existem 53 requerimentos apresentados à ANM (Agência Nacional de
Mineração) na Amazônia Legal, dos quais 48 (90%) foram registrados a partir de
2022. Especialistas ouvidos pela Repórter Brasil alertam para o risco de que a
extração do lítio avance de maneira desenfreada e intensifique os conflitos
socioambientais na Amazônia.
O
lítio é considerado estratégico para a transição energética, principalmente no
uso em baterias de veículos elétricos e para armazenar em grande escala a
eletricidade gerada por painéis solares e turbinas eólicas. Esses dois setores,
transporte e geração de energia elétrica, são os que mais emitem gases de
efeito estufa no planeta.
Disponível
em: www.nexojornal.com.br/externo/2025/10/28/litio-mineracao-amazonia-impacto-area-protegida.
Acesso em: 3 dez. 2025.
Questão
1
Leia os trechos a seguir:
I. “o
subsolo brasileiro ainda está sendo mapeado.” (2º parágrafo)
II.
“O lítio é considerado estratégico para a transição energética.” (4 º
parágrafo)
Os dois enunciados estão
estruturados na voz passiva, mas, em ambos, não há uma expressão que desempenhe
a função de agente da passiva. Isso ocorreu porque
A) o sujeito de ambas as orações é
indeterminado, pois não havia intenção de revelar quem pratica as ações de
mapear e considerar.
B) a omissão do agente da passiva foi intencional (bastante comum no
jornalismo), pois a intenção era destacar as ações, e não quem as realizou.
C) em ambos os casos é possível
subentender uma expressão como “por especialistas”, obrigatória para a
compreensão das frases.
D) se trata de um erro de sintaxe,
pois o registro mais formal da língua exige a presença do agente em frases na
voz passiva.
E) na voz passiva, a presença do
agente pode gerar um efeito de redundância, pois a frase sempre conta com um
sujeito.
Questão
2
“Existem
53 requerimentos apresentados à ANM (Agência Nacional de Mineração) na Amazônia
Legal” (3 º parágrafo).
Nem
sempre a disposição dos termos na frase equivale à intenção de sentido de seu
autor e, muitas vezes, isso pode gerar ambiguidades ou ruídos de comunicação.
Com base nesse comentário, assinale a alternativa INCORRETA sobre a
estruturação dessa frase.
A)
Considerando como sujeito “53 requerimentos apresentados à ANM”, a expressão
“na Amazônia Legal” indicará o lugar onde os requerimentos existem.
B)
A expressão “na Amazônia Legal” estabelece um sentido mais coerente com o
contexto global do texto se entendida como adjunto adverbial de lugar.
C)
A expressão “na Amazônia Legal”, devido à proximidade, pode se associar ao
termo “apresentados”, integrando, portanto, o sujeito da oração.
D)
Associada a “apresentados”, a expressão “na Amazônia Legal” produzirá um
sentido menos coerente com o contexto global do texto.
E) Devido à proximidade, a expressão
“na Amazônia Legal” associa-se à “ANM (Agência Nacional de Mineração)”, indicando
sua localização.
Questão
3
Analise
as afirmações sobre três trechos do texto.
I.
“A febre do lítio no Brasil
está se expandindo para a Amazônia Legal” (1º parágrafo). Nesse
enunciado, o sujeito é constituído por uma metáfora: o lítio é tão procurado,
que parece sofrer de uma febre.
II.
“O Brasil tem o décimo maior
depósito de lítio do mundo, estimado em 1,3 milhão de toneladas” (2º
parágrafo). Aqui, o sujeito focaliza o país em sua delimitação geográfica, uma
vez que o tema do texto é a extração de minerais.
III.
“Esses dois setores,
transporte e geração de energia elétrica, são os que mais emitem gases de
efeito estufa no planeta” (4º parágrafo). Nesse
enunciado, o sujeito sintetiza o conteúdo da frase anterior e é especificado
por uma expressão de sentido equivalente, posta entre vírgulas.
É
correto o que se afirma em:
A)
I, apenas.
B)
II, apenas.
C)
III, apenas.
D)
I e III, apenas.
E) II e III, apenas.
Questão
4
Leia a fábula “A rosa de seda” do
escritor português Fernando Pessoa.
Num fabulário ainda por encontrar será um dia lida esta
fábula:
A uma
bordadora dum país longínquo foi encomendado pela sua rainha que bordasse,
sobre seda ou cetim, entre folhas, uma rosa branca. A bordadora, como era muito
jovem, foi procurar por toda a parte aquela rosa branca perfeitíssima, em cuja
semelhança bordasse a sua. Mas sucedia que umas rosas eram menos belas do que
lhe convinha, e que outras não eram brancas como deviam ser. Gastou dias sobre
dias, chorosas horas, buscando a rosa que imitasse com seda, e, como nos países
longínquos nunca deixa de haver pena de morte, ela sabia bem que, pelas leis
dos contos como este, não podiam deixar de a matar se ela não bordasse a rosa branca.
Por
fim, não tendo melhor remédio, bordou de memória a rosa que lhe haviam exigido.
Depois de a bordar foi compará-la com as rosas brancas que existem realmente nas
roseiras. Sucedeu que todas as rosas se pareciam exatamente com a rosa que ela
bordara, que cada uma delas era exatamente aquela.
Ela
levou o trabalho ao palácio e é de supor que casasse com o príncipe.
No
fabulário de onde vem, esta fábula não traz moralidade. Mesmo porque, na idade
de ouro, as fábulas não tinham moralidade nenhuma.
Fernando Pessoa. Contos completos, fábulas e crônicas
decorativas, 2018.
“Depois
de a bordar foi compará-la com as rosas brancas que existem realmente nas
roseiras. Sucedeu que todas as rosas se pareciam exatamente com a rosa que ela
bordara, que cada uma delas era exatamente aquela.” (3º parágrafo)
Nesse trecho, o narrador relata
uma série de fatos ocorridos no passado. Um fato anterior a esse tempo passado está
indicado pela seguinte forma verbal:
A) “pareciam”.
B) “bordara”.
C) “Sucedeu”.
D) “era”.
E) “foi”.
– Leia o texto para responder às questões de 5 a 7 –
[...]
publicou-se há dias o recenseamento do Império, do qual se colige que 70% da
nossa população não sabem ler.
Gosto
dos algarismos, porque não são de meias medidas nem de metáforas. Eles dizem as
coisas pelo seu nome, às vezes um nome feio, mas não havendo outro, não o
escolhem. São sinceros, francos, ingênuos. As letras fizeram-se para frases; o
algarismo não tem frases, nem retórica.
Assim,
por exemplo, um homem, o leitor ou eu, querendo falar do nosso país, dirá:
–
Quando uma Constituição livre pôs nas mãos de um povo o seu destino, força é
que este povo caminhe para o futuro com as bandeiras do progresso desfraldadas.
A soberania nacional reside nas Câmaras; as Câmaras são a representação
nacional. A opinião pública deste país é o magistrado último, o supremo
tribunal dos homens e das coisas. Peço à nação que decida entre mim e o Sr.
Fidélis Teles de Meireles Queles; ela possui nas mãos o direito superior a
todos os direitos.
A
isto responderá o algarismo com a maior simplicidade:
– A
nação não sabe ler. Há só 30% dos indivíduos residentes neste país que podem
ler; desses uns 9% não leem letra de mão. 70% jazem em profunda ignorância.
Não saber ler é ignorar o Sr.
Meireles Queles; é não saber o que ele vale, o que ele pensa, o que ele quer;
nem se realmente pode querer ou pensar. 70% dos cidadãos votam do mesmo modo
que respiram: sem saber por que nem o quê. Votam como vão à festa da Penha, –
por divertimento. A Constituição é para eles uma coisa inteiramente desconhecida.
Estão prontos para tudo: uma
revolução ou um golpe de Estado.
MACHADO
DE ASSIS. História de quinze dias. Obra completa de Machado de Assis. v. III.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994. Disponível em: http://machado.mec.gov.br/obra-completa-lista/itemlist/category/26-cronica.
Acesso em: 3 dez. 2025.
Questão
5
O
trecho a seguir, que inicia o último parágrafo, é um exemplo de discurso
direto.
“–
A nação não sabe ler. Há só 30% dos indivíduos residentes
neste país que podem ler;
desses uns 9% não leem letra
de mão.”
Se
fosse reescrito como discurso indireto, começando por “O algarismo respondeu
com a maior simplicidade”, os verbos destacados deveriam assumir as seguintes
formas:
A)
sabia, há, podiam, liam.
B)
saberia, há, poderiam, leriam.
C) sabia, havia, podiam, liam.
D)
sabia, haveria, poderiam, leriam.
E)
saberia, havia, poderiam, leriam.
Questão
6
Desempenha a mesma função
sintática do termo sublinhado em “A isto responderá o algarismo com a maior simplicidade” a expressão destacada
em:
A) “[...] um homem, o
leitor ou eu, querendo falar do nosso país, dirá [...]” (3º parágrafo).
B) “Gosto dos algarismos [...]” (2º parágrafo).
C) “Eles dizem as coisas pelo seu nome [...]”
(2º parágrafo).
D) “As letras fizeram-se para frases [...]” (2º
parágrafo).
E) “A opinião pública deste país é
o magistrado último” (4º
parágrafo).
Questão
7
No
início do fragmento, a flexão verbal em “publicou-se”
A)
contraria a prescrição normativista, uma vez que é equivalente a “foi
publicado”.
B)
revela uma variação histórica na obra machadiana, já que a flexão atual seria
“publicaram-se”.
C)
adequa-se ao uso recomendando pelas gramáticas normativas, pois está em
concordância com “há dias”.
D) deveria ser alterada para
“publicaram-se” caso se utilizasse o termo “algarismos” em vez de
“recenseamento”.
E)
é menos adequada ao contexto em que ocorre do que “publicar-se-á”, dada a
formalidade do texto.
Para responder às
questões 8 e 9, leia a tirinha de Fernando Gonsales, publicada pelo perfil
@niquel.nausea no Instagram, em 23.05.2025.
A
tirinha faz uma crítica, sobretudo,
A)
à dependência contemporânea de tecnologias móveis, que impossibilita
experiências de desintoxicação digital.
B)
ao ideário mercantilista que busca apenas transformar o contato com a natureza
em mais uma peça de marketing.
C)
ao esvaziamento das experiências pessoais diante da necessidade de exposição
constante, nas redes sociais, de tudo o que se faz.
D) ao excesso de experiências
oferecidas no ambiente digital, que causa inquietação diante da incapacidade de
se viver tudo o que está disponível.
E)
à crescente alienação em relação à incapacidade de se conectar com a natureza
visando à reconexão espiritual.
Questão
9
No
último quadrinho, a posição da personagem feminina e o pensamento da árvore
estabelecem uma relação de
A)
complementaridade.
B)
causalidade.
C)
proporcionalidade.
D) oposição.
E)
ênfase.
Questão
10
Expressões e termos utilizados no Amazonas são retratados em
livro e em camisetas
“Na
linguagem, podemos nos ver da forma mais verdadeira: nossas crenças, nossos
valores, nosso lugar no mundo”, afirmou o doutor em linguística e professor da
Ufam em seu livro Amazonês: expressões e termos usados no Amazonas. Portanto, o
amazonense, com todas as suas “cunhantãs” e “curumins”, acaba por encontrar um
lugar no mundo e formar uma unidade linguística, informalmente denominada de
português “caboco”, que muito se diferencia do português “mineiro”, “gaúcho”,
“carioca” e de tantos outros espalhados pelo Brasil. O livro, que conta com
cerca de 1100 expressões e termos típicos do falar amazonense, levou dez anos
para ser construído. Para o autor, o principal objetivo da obra é registrar a
linguagem.
Um designer amazonense também acha o amazonês “xibata”, tanto é que criou uma série de camisetas estampadas com o nome de Caboquês Ilustrado, que mistura o bom humor com as expressões típicas da região.
A
coleção conta com sete modelos já lançados, entre eles: Leseira Baré, Xibata no
Balde e Até o Tucupi, e 43 ainda na fila de espera. Para o criador, as camisas
têm como objetivo “resgatar o orgulho do povo manauara, do povo do Norte”.
Disponível em: https://g1.globo.com. Acesso em:
15 jan. 2024 (adaptado).
Questão
11
A
reportagem apresenta duas iniciativas: o livro Amazonês e as camisetas do Caboquês Ilustrado. Com temática em
comum, essas iniciativas
A)
recomendam produtos feitos por empreendedores da região Norte.
B)
ressaltam diferenças entre o falar manauara e outros falares.
C)
reverenciam o trabalho feito por pesquisadores brasileiros.
D)
destacam a descontração no jeito de ser do amazonense.
E) valorizam o repertório linguístico
do povo do Amazonas.
2ª SÉRIE - LI
Questão
1
A)
avoiding challenges to only go after calm waters in life.
B)
ignoring negative criticisms in order to preserve Peace of mind.
C)
running away from adversities since the beginning of her youth.
D)
accepting the ups and downs of life as inevitable facts.
E) pursuing the necessary skills to
face the difficulties of life.
Observe
a imagem a seguir para responder às questões 2 e 3.
Questão
2
The
infographic was mainly designed to raise awareness about
A) how sustainable transportation
methods can improve air quality and public health.
B)
the primary role of agricultural practices in advancing global climate change.
C)
the role that industrial growth played in past and present economic
development.
D)
how public transportation is the main source of air pollution and poor public
health.
E)
the significant economic benefits due to personal vehicle ownership.
Questão
3
In
the fragment “along with safe walking and cycling” in the infographic, “along
with” could be replaced, with no change in meaning, by
A)
instead of.
B)
independent of.
C)
familiar with.
D)
apart from.
E) accompanied by.
Questão
4
Examine a tira para responder à
questão a seguir.
(http://roadapplesalmanac.com.
Adaptado.)
Assinale a alternativa que
completa a lacuna da tira.
A) must
B) am going to
C) can
D) have bee
E) would
Questão
5
Complete
the sentence using the appropriate conjunction.
You
should tell him the true story about yesterday’s discussion, ___ he’ll get upset with
you.
A)
however
B)
although
C)
rather than
D) otherwise
E)
as much as
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