25 março 2026

AVALIAÇÃO 3º ANO

1. (1,0) Leia o texto a seguir:

Gripado, penso entre espirros em como a palavra gripe nos chegou após uma série de contágios entre línguas. Partiu da Itália em 1743 a epidemia de gripe que disseminou pela Europa, além do vírus propriamente dito, dois vocábulos virais: o italiano influenza e o francês grippe. O primeiro era um termo derivado do latim medieval influentia, que significava “influência dos astros sobre os homens”. O segundo era apenas a forma nominal do verbo gripper, isto é, “agarrar”. Supõe-se que fizesse referência ao modo violento como o vírus se apossa do organismo infectado.

RODRIGUES, S. “Sobre palavras”. Veja, São Paulo, 30 nov. 2011.

 

Para se entender o trecho como uma unidade de sentido, é preciso que o leitor reconheça a ligação entre seus elementos. Nesse texto, a coesão é construída predominantemente pela retomada de um termo por outro e pelo uso da elipse. Copie uma sentença em que ocorre a elipse e indique qual termo foi elidido.

 

Leia o poema seguinte, de Tristan Tzara (1896-1963), para responder às questões 1 e 2.

Para fazer um poema dadaísta

Pegue um jornal.

Pegue a tesoura.

Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar ao seu poema.

Recorte o artigo.

Recorte em seguida com atenção algumas palavras que formam esse artigo e meta-as num saco.

Agite suavemente.

Tire em seguida cada pedaço um após o outro.

Copie conscienciosamente na ordem em que elas são tiradas do saco.

O poema se parecerá com você.

E ei-lo um escritor infinitamente original e de uma sensibilidade graciosa, ainda que incompreendido do público.

TZARA, Tristan. Para fazer um poema dadaísta, apud WISNIEWSKII, Rudião Rafael. Bará bará, berê berê e a identidade cultural brasileira: Dadaísmo e onomatopeia na música e na literatura. 12o Seminário Internacional de Pesquisa em Leitura e Patrimônio Cultura, 2013. Disponível em: http://jornadasliterarias.upf.br/15jornada/images/stories/trabalhos-12-seminario/11-rudiao-rafael-wisniewski.pdf. Acesso em: 13 mar. 2020.

 

2. (1,0) Explique como a ruptura e mescla de gêneros textuais está presente no texto.

 

3. (1,0) Identifique os gêneros textuais que compõem o texto e complete a tabela a seguir:

 

Gênero 1:

Gênero 2:

Estrutura

 

 

 

 

Suporte

 

 

 

 

Função comunicativa

 

 

 

 


4. (1,0) Observe a campanha publicitária ao lado e explique como a intertextualidade foi utilizada nela.



 

5 . (1,0) O texto abaixo necessita de conectores para sua coesão. Empregue as partículas que estão entre parênteses no lugar adequado.

Nem sempre é fácil identificar a violência. Uma cirurgia por exemplo não constitui violência, primeiro porque visa o bem do paciente, depois porque é feita com o consentimento do doente. mas certamente Será violência se a operação for realizada sem necessidade ou se o paciente for usado como cobaia de experimento científico sem a devida autorização.

 

6. (1,0) Leia o primeiro capítulo do livro O Escaravelho do diabo:

Hugo, um pacote para você! gritou Alberto, recebendo um pequeno embrulho das mãos do carteiro. Assinou o nome do irmão no papelzinho e foi levar-lhe a encomenda.

Hugo, que acabara de fazer a barba, mirava-se no espelho, ensaiando olhares longos e fatais para lançar às garotas na primeira oportunidade. O cristal refletia um rosto sardento de dezoito anos, extremamente simpático e sadio, aureolado por cabelos tão vermelhos que o moço era conhecido por “Foguinho”.

– Deve ser presente de alguma admiradora, disse ele, alegremente, examinando o endereço escrito à máquina.

O barbante foi desatado, o embrulho desfeito e apareceu uma pequena caixa de forma retangular.

– Oba! Que é isso? Que coisa esquisita! Um bicho... gritou “Foguinho”, tirando de dentro um grande besouro negro com uma espécie de chifre na testa.

A carapaça do inseto tinha reflexos azulados e seu corpo media cerca de quatro centímetros. Um comprido alfinete entomológico fixava-o a um pedaço de rolha, o que provava ter ele sido retirado de alguma coleção.

Os dois rapazes aproximaram-se da janela aberta a fim de melhor examinarem o estranho besouro.

 

Encontre no texto uma palavra que é usada como sinônimo de cada uma das palavras sublinhadas. Depois, indique, nas quatro palavras, quais são hipônimos e quais são hiperônimos.

 

Leia a canção a seguir para responder às questões 7 e 8.


Cuitelinho

 

Cheguei na beira do porto

Onde as ondas se espaia

As garça dá meia vorta

E senta na beira da praia

E o cuitelinho não gosta

Que o botão de rosa caia, ia

 

Aí quando eu vim da minha terra

Despedi da parentaia

Eu entrei no Mato Grosso

Dei em terras paraguaia

Lá tinha revolução

Enfrentei fortes bataia, ia

 

A tua saudade corta

Como aço de navaia

O coração fica aflito

Bate uma, a outra faia

E os zóio se enche d’água

Que até a vista se atrapaia, ia

SOBRINHO, J. R. [Pena Branca]; SILVA, R. R. [Xavantinho]. Cuitelinho. Disponível em: www.letras.mus.br/pena-brancae-xavantinho/48101. Acesso em: 7 mar. 2025.

 

Glossário: cuitelinho = beija-flor.


7. (1,0) Considerando a temática e a linguagem empregada na letra da canção Cuitelinho, é correto afirmar que ela é característica do seguinte grupo social de falantes:

a) idosos.

b) jovens de periferia.

c) sertanejos.

d) nordestinos.

e) pessoas com baixa escolarização.

 

8. (1,0) Analise os comentários feitos acerca de algumas variações linguísticas da letra de “Cuitelinho”.

I. Em “navaia”, “atrapaia” e “zóio”, ocorre a substituição do /lh/ da língua padrão pela vogal /i/, caracterizadora de variação linguística.

II. Em “Cheguei na beira do porto [...]”, o verbo “chegar” foi empregado com uma regência diferente da que prescreve a norma-padrão do português.

III. Trechos como “[...] as ondas se espaia [...]” e “[...] terras paraguaia [...]” exemplificam uma variação do padrão de concordância verbal da língua portuguesa.

É correto o que se afirma em:

a) I, apenas.

b) II, apenas.

c) III, apenas.

d) I e II, apenas.

e) II e III, apenas.

 

9. (1,0) Leia o texto a seguir para responder à questão.

Como você está? Como está sua saúde mental?

 

Já parou para pensar no assunto? Alguma vez refletiu se os seus pensamentos, ideias e sentimentos estão em harmonia? Sabe a diferença entre saúde mental e doença ou transtorno mental?

Em geral, os termos causam confusão. Mas basta lê-los com cuidado, pois são autoexplicativos. O primeiro refere-se à saúde e, os outros, à ausência dela. Não existe, porém, uma definição oficial para o conceito de saúde mental, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Como lidamos com essas emoções é o que determina como está a qualidade da nossa saúde mental.

Assim, tê-la ou alcançá-la está muito longe da ausência de transtornos mentais. O desequilíbrio emocional facilita o surgimento de doenças mentais. Podemos dizer que a saúde mental contempla, entre tantos fatores, a nossa capacidade de sensação de bem-estar e harmonia, a nossa habilidade em manejar de forma positiva as adversidades e conflitos, o reconhecimento e respeito dos nossos limites e deficiências, nossa satisfação em viver, compartilhar e se relacionar com os outros – algo muito maior e anterior ao início dos transtornos mentais.

COMO você está? Como está sua saúde mental? Disponível em: https://www.einstein.br. Acesso em: 11 jan. 2024 (adaptado).

Considerando o trecho, a alternativa que apresenta corretamente o uso de anáfora e o termo a que se refere é

a) “O primeiro refere-se à saúde” (transtorno mental).

b) “O primeiro refere-se à saúde e, os outros, à ausência dela” (saúde).

c) “Assim, tê-la ou alcançá-la está muito longe da ausência de transtornos” (ausência).

d) “[…] compartilhar e se relacionar com os outros – algo muito maior e anterior ao início dos transtornos mentais” (transtornos mentais).

e) “[…] vivenciamos uma série de emoções, boas ou ruins, mas que fazem parte da vida: alegria, felicidade, tristeza, raiva, frustração, satisfação, entre outras” (alegria e felicidade).

 

10. (1,0) No início de 2021, Gil, Juliette e Lumena, três participantes nordestinos do Big Brother Brasil, levaram para a rede nacional o jeito nordestino de falar. Apesar de os três serem de Pernambuco, Paraíba e Bahia, respectivamente, estados geográfica e culturalmente próximos, foi possível perceber as inúmeras especificidades culturais de cada um. “Alagoanos e pernambucanos, por exemplo, têm um jeito próprio de colocar os artigos ‘o’ e ‘a’. Juliette, Gil e Lumena protagonizaram várias cenas em que é possível perceber o quanto, mesmo no Nordeste, falamos diferente”, apontou o pesquisador da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Cleber Ataíde, ex-presidente do Grupo de Estudos Linguísticos e Literários do Nordeste e membro do Projeto Atlas Linguístico do Brasil (ALiB).

ALVES, Pedro. Dia do Nordestino: além do ‘oxente’ e ‘eita’, conheça expressões dos nove estados da região. Universidade Federal Rural de Pernambuco. Disponível em: https://www.ufrpe.br/. Acesso em: 15 nov. 2023 (adaptado).

 

Através da tese do artigo, combate-se o imaginário consolidado de que

a) a variação é uma questão irrelevante.

b) o programa exclui as diferenças culturais.

c) a linguística estuda as normas linguísticas.

d) os nordestinos falam de maneira diferente.

e) os nordestinos utilizam uma variante única.

 

24 março 2026

AVALIAÇÃO 2º ANO

1. (1,0) Leia o texto a seguir:

Uma tuiteratura?

As novidades sobre o Twitter já não cabem em 140 toques. Informações vindas dos EUA dão conta de que a marca de 100 milhões de adeptos acaba de ser alcançada e que a biblioteca do Congresso, um dos principais templos da palavra impressa, vai guardar em seu arquivo todos os tweets, ou seja, as mensagens do microblog. No Brasil, o fenômeno não chega a tanto, mas já somos o segundo país com o maior número de tuiteiros. Também aqui o Twitter está sendo aceito em territórios antes exclusivos do papel. A própria Academia Brasileira de Letras abriu um concurso de microcontos para textos com apenas 140 caracteres. Também se fala das possibilidades literárias desse meio que se caracteriza pela concisão.

VENTURA, Z. O Globo. 17 abr. 2010 (adaptado)

 

O neologismo, ou seja, a criação de novas palavras, é um recurso linguístico muito produtivo na língua. A partir do título do texto e da palavra criada explique:

a) Como é formado o neologismo: 

b) Como se chama o processo de criação dessa palavra: 

c) Qual o conceito que a palavra criada define ou explica:

 

2. (1,0) Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.

Disponível em: <http://www.academia.org.br/academicos/machado-de-assis/biografia>

 

Analise as palavras sublinhadas no texto. Indique qual(s) é(são) a(s) palavras são derivadas e qual o nome do processo que dá origem a ela(s). 

 

3. (1,0) Observe esta publicação do perfil “Língua Portuguesa” e responda: como a derivação imprópria está presente na classe das interjeições?



LÍNGUA PORTUGUESA. Qualquer palavra proferida em tom exclamativo pode se tornar uma interjeição. 7 jun. 2021. Instagram: @linguaportuguesa_


 

4. (1,0) LEIA O ANÚNCIO.



a) Observe a conjugação dos verbos do anúncio, e diga se o destinatário é TU ou VOCÊ.

b) Reescreva o anúncio trocando o destinatário.

 

5. (1,0) Leia a tirinha a seguir e responda:


a) Como ficaria o verbo composto do segundo quadrinho escrito em sua forma simples?

b) Cronologicamente, qual ação ocorre primeiro e qual ação ocorre depois?

 

6. (1,0) Leia a manchete a seguir, de um artigo publicado no caderno cultural de um jornal de grande circulação:

“Se os musicais me ensinaram uma coisa é que escapismo também ajuda a viver”

BUARQUE, Chico. NASCIMENTO, Milton.

As conjugações dos verbos em destaque expressam, respectivamente

a) ação conclusa, presente momentâneo e presente atemporal.

b) ação inconclusa, presente atemporal e presente momentâneo.

c) ação conclusa, presente atemporal e presente momentâneo.

d) ação inconclusa, hipótese e presente atemporal.

e) ação conclusa, dúvida e presente momentâneo. 

 

7. (1,0) Leia este trecho do conto O ataque do escritor mineiro Luiz Ruffato

De manhãzinha, o despertador. Minha mãe levantou, pegou uma vasilha dentro do armário, escancarou a porta da cozinha, abriu a torneira do tanque-de-lavar-roupa, encheu a leiteira de água, depositou-a na trempe, pousou açúcar no fundo, acendeu uma boca do fogão-a-gás, entrou no quarto, murmurou, “Reginaldo, ô Reginaldo, cinco horas!” [...]

RUFFATO, Luiz. Inferno provisório. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

 

Agora leia a reescrita com a alteração dos verbos marcados:

De manhãzinha, o despertador. Minha mãe levantava, pegava uma vasilha dentro do armário, escancarava a porta da cozinha, abria a torneira do tanque-de-lavar-roupa, enchia a leiteira de água, depositava-a na trempe, pousava açúcar no fundo, acendia uma boca do fogão-a-gás, entrava no quarto, murmurava, “Reginaldo, ô Reginaldo, cinco horas!” [...]

 

Explique a diferença do efeito que os verbos causam em cada uma das versões.


8. (1,0) “Unamos agora os pés e ___ um salto por cima da escola, a enfadonha escola, onde aprendi a ler, escrever, contar, dar cambalhotas, apanhá-las, e ir fazer diabruras, ora nos morros, ora nas praias, onde quer que fosse propício a ociosos”.

Nesse trecho, o personagem-narrador Brás Cubas, de Machado de Assis, faz um pedido ao leitor para que, juntos, adiantem o tempo da narrativa. Para isso, utiliza o mesmo modo verbal para os dois verbos que iniciam o período: o verbo unir e o verbo dar. O verbo conjugado que completa, então, corretamente a lacuna é

a) daremos

b) damos

c) demos

d) daríamos

e) daríeis

 

9. (1,0) A rapidez é destacada como uma das qualidades do serviço anunciado, funcionando como estratégia de persuasão em relação ao consumidor do mercado gráfico. O recurso da linguagem verbal que contribui para esse destaque é o emprego



a) do termo “fácil” no início do anúncio, com foco no processo.

b) de adjetivos que valorizam a nitidez da impressão.

c) da expressão intensificadora “menos do que” associada à qualidade.

d) das formas verbais no futuro e no pretérito, em sequência.

e) da locução “do mundo” associada a “melhor”, que quantifica a ação.

 

10. (1,0) As classificações gramaticais de uma mesma palavra podem variar de acordo com o contexto em que a empregamos. A palavra que tem sua classe gramatical modificada no contexto da tirinha é



a) prato

b) você

c) ursinho

d) rápido

e) Isso

12 março 2026

DIÁRIO DE LEITURA

Não rimarei a palavra sono

com a incorrespondente palavra outono.

Rimarei com a palavra carne

ou qualquer outra, que todas me convêm.

As palavras não nascem amarradas,

elas saltam, se beijam, se dissolvem,

no céu livre por vezes um desenho,

são puras, largas, autênticas, indevassáveis.”


 

(Carlos Drummond de Andrade)

 

Querido estudante,

 

            Os versos que você leu acima foram extraídos da poesia “Consideração do poema” do poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade. Lendo-o com atenção podemos reconhecer um dos papéis da literatura: o que trabalhar com as palavras de maneira especial, convidando os leitores a preencher os vazios, os não ditos diretamente. O convite é para darmos vida a “cenas congeladas” pelas palavras. A vida é a matéria-prima com a qual se fabricam as ficções. Ler é viver estas vidas de papel para refletirmos na nossa e, principalmente, conversar sobre ela.

Os capítulos dos livros de literatura escolhidos para refletirmos, argumentarmos, sobre comportamentos humanos ora serão lidos coletivamente, em sala de aula; ora serão lidos em casa. 

Suas reflexões e opiniões serão registradas neste diário de leitura. Esse diário será essencial para promover a conversa sobre os acontecimentos lidos em casa, como também para servir de memória no momento de estudo das provas discursivas. 

Leia as orientações de como deverá ser feito o registro de suas leituras:

1.      O diário será realizado no caderno

2.      Inicialmente escreva o título do livro e do autor.

3.      Cada capítulo lido em casa você deverá registrar:

 

A.   1. Cabeçalho

·         Número(s) (ou nomes) dos capítulos;

·         Números das páginas lidas;

·         Data(s) em que leu o(s) capítulo(s).

 

B.     2. Registro das impressões

·         Qual(is) sentimento(s) apareceu(ram) durante a leitura? Que passagem o(s) despertou(ram)?

·         O que você imagina que irá acontecer no próximo capítulo que será lido? Que trecho do(s) capítulo(s) lido(s) gostaria de discutir com os colegas e professor(a)?

·         Que trecho do(s) capítulo(s) lido(s) gostaria de discutir com os colegas e professor(a)?

 

C.    3. Registro do enredo

·         Que acontecimento marcante apareceu no(s) capítulo(s) lido(s)?

·         Qual o conflito que prende a atenção e motiva a continuação da leitura?

·         Que comportamento do personagem X (neste caso, um personagem que você escolher) deixa o leitor intrigado? Se o leitor tivesse a oportunidade, sobre qual comportamento gostaria de discutir com esse personagem?

·         Que acontecimento narrado poderia acontecer na realidade? O que isso ajuda ao leitor a pensar sobre a realidade em que vive?

 





AVALIAÇÃO 3º ANO

1. (1,0) Leia o texto a seguir: Gripado, penso entre espirros em como a palavra gripe nos chegou após uma série de contágios entre línguas...