- Leia o texto para responder às questões 1 a 5 -
Veterano torcedor de futebol, se bem que há muito
tenha trocado a arquibancada pelo sofá, algo passou a me fascinar além dos
passes, dribles e gols. É a apropriação periódica de termos e expressões que
não se usavam e que, de uma rodada para outra, assomam o vocabulário dos
narradores e comentaristas. E, quando adotados por um, passam a ser usados por
todos. Em pouco tempo, essa nova língua é assimilada pelos técnicos, jogadores,
gandulas e, de taco na mão e palito na boca, pelo torcedor no botequim.
Já me disseram que não é assim, mas o contrário –
que são os treinadores que inventam as expressões e os narradores apenas os
seguem. Como diria o filólogo rubro-negro Antonio Houaiss, reservo-me o direito
de discrepar. Nenhum técnico cunhou mais expressões que o inolvidável Tite –
“treinabilidade”, “externos desequilibrantes”, “sinapses do último terço” – e
nunca vi um narrador ou comentarista falar essas idiotices. E temos os 11
milhões de treinadores portugueses hoje no Brasil, que continuam a falar como
em Lisboa – temporada é “época”, primeiro tempo é “primeira parte”, jogador descansado
é “jogador fresco” – e ninguém adotou isso.
Há tempos, referi-me a sandices como “camisa
pesada” (não de suor, mas de títulos), “entre linhas” (a velha intermediária) e
“pressão baixa” (retranca). Quem inventou? O simples ato de atacar tornou-se
“atacar o espaço” – querem que o jogador ataque o tempo? E os clubes não moram
mais em suas sedes, mas em “prateleiras”, como bules e açucareiros.
Num futebol em que se disputa a bola em crescente
e atordoante velocidade, como será “jogar parado” ou, mais impróprio ainda,
“jogar sem bola”? E haja tinta para passar nas traves.
Disponível em:
www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2025/07/atacar-o-espaco.shtml.
(Adaptado).
Questão
1
Para
abordar aspectos da língua e do futebol, o autor emprega recursos discursivos
que caracterizam seu texto como uma crônica. Esse gênero se justifica sobretudo
porque o texto
A)
explora argumentos amparados na Linguística contra as expressões analisadas.
B) apresenta uma reflexão subjetiva e
irônica sobre as criações linguísticas no futebol.
C)
narra, em ordem cronológica, os principais acontecimentos que embasam sua
crítica.
D)
busca transmitir informações de maneira objetiva e impessoal, típico do jornalismo.
E)
preocupa-se com a seleção de termos técnicos, característicos da ciência
linguística.
Questão
2
“E,
quando adotados por um, passam a ser usados por todos. Em pouco tempo, essa
nova língua é assimilada pelos técnicos, jogadores, gandulas e, de taco na mão
e palito na boca, pelo torcedor no botequim.” Nesse trecho do primeiro
parágrafo, há uma relação de
A)
oposição entre o vocabulário criado pelos narradores e o adotado pelo público.
B)
simultaneidade entre a criação no contexto do futebol e sua adoção na sociedade.
C) consequência, pois a adoção inicial
das expressões criadas gera sua difusão social.
D)
estaticidade, já que a linguagem do futebol não ultrapassa as fronteiras do
esporte.
E)
objeção, pois não são todos os torcedores que assimilam as novas expressões
criadas.
Questão
3
No
segundo parágrafo, o texto fala em “11 milhões de treinadores portugueses hoje
no Brasil”. Considerando que Portugal atualmente tem algo em torno de 10,7
milhões habitantes, o exagero deste trecho tem como objetivo principal:
A)
denunciar a recente onda migratória de Portugal para o Brasil.
B) criticar a quantidade de treinadores
portugueses no futebol brasileiro.
C)
ironizar a pretensa superioridade dos portugueses, chamando-os de treinadores.
D)
informar que a imigração portuguesa se destina sobretudo aos esportes.
E)
insinuar a superioridade do futebol brasileiro em relação ao português.
Questão
4
O
texto aborda o surgimento de expressões criadas no universo do futebol e sua
apreensão e circulação social, como “camisa pesada”, “jogar sem bola” ou “jogar
parado”. A análise desse fenômeno sociolinguístico permite afirmar que ele está
relacionado
A)
a um caso de deturpação da lógica do idioma, pois grande parte das novas
expressões não é coerente, como destaca o articulista.
B)
à manutenção da norma culta do idioma, pois a maior parte dos falantes de
português não usa as expressões criadas no futebol.
C) a processos de variação linguística,
segundo os quais grupos sociais produzem e difundem novas formas de expressão.
D)
a um exemplo de mudança lexical que só ocorre no português do Brasil, mais
afeito a mudanças que o de Portugal.
E)
a um fenômeno de nicho, exclusivo da fala de narradores e comentaristas
esportivos, que não atinge a sociedade como um todo.
Questão
5
Quando
o autor menciona que portugueses (e imigrantes portugueses) chamam de “época” o
que chamamos de “temporada” ou de “primeira parte” o que nomeamos de “primeiro
tempo”, ele está exemplificando um caso de
A)
variação diacrônica, pois são termos que mudam ao longo da história da língua.
B)
variação diastrática, pois o nível de escolaridade dos falantes produz
alterações na língua.
C) variação diatópica, pois diferenças
regionais podem produzir palavras distintas.
D)
inadequação linguística, pois se usa o português europeu para o futebol
brasileiro.
E)
escolha estilística, pois o falante é livre para usar as expressões que mais
lhe agradem.
- Leia a crônica “O pavão”, de Rubem Braga (1913-1990),
publicada originalmente em novembro de 1958, para responder às questões 6 e 7 -
Eu
considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo
imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem
na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que
a luz se fragmenta como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu
considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com
o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério
é a simplicidade.
Considerei,
por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e
esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz
de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.
BRAGA,
Rubem. Ai de ti, Copacabana!, 2019.
Questão
6
No
contexto da crônica, os olhos do cronista equivaleriam então
A)
à luz que incide nas penas do pavão.
B)
às penas do pavão.
C)
ao arco-íris de plumas do pavão.
D)
à luz do olhar da amada.
E) às bolhas d’água das penas do pavão.
Questão
7
A
própria extensão de sua crônica testemunha o esforço de Rubem Braga em alcançar
o ideal artístico exposto no segundo parágrafo. Nesse sentido, pode-se dizer
que esse segundo parágrafo de sua crônica encerra basicamente um teor
A) metalinguístico.
B)
místico.
C)
satírico.
D)
político-social.
E)
lírico-amoroso.
Questão
8
Leia
o texto a seguir.
Muitos dos jovens estudantes que conheci pareciam
estar em um estado que chamaria de hedonia depressiva. A depressão é
habitualmente caracterizada como um estado não hedônico, mas a condição à qual
me refiro aqui é constituída não tanto por uma incapacidade em se obter prazer
e mais pela incapacidade de fazer qualquer outra coisa senão buscar prazer. Há
uma sensação de que “algo está faltando” – mas nenhuma apreciação de que este
gozo perdido, misterioso, só possa ser acessado para além do princípio do
prazer. Trata-se, em grande parte, de uma consequência do posicionamento
estruturalmente ambíguo dos alunos, perdidos entre o antigo papel de sujeitos
de instituições disciplinares e o novo estatuto de consumidores de serviços.
FISHER, Mark. Realismo
Capitalista. São Paulo: Autonomia Literária, 2020. p. 44.
No
trecho do ensaio, o “estatuto de consumidores de serviços” está associado
A)
a uma sensação de completude.
B)
à impossibilidade de obter satisfação ou prazer.
C)
a um estado “não hedônico” ou apático.
D) à incapacidade de realizar
atividades não prazerosas.
E)
a uma educação fortemente disciplinar.
Questão
9
Sem pílulas douradas
Elogiar exageradamente um escritor, sobretudo um iniciante,
é uma ótima maneira de lhe alimentar a vaidade e corroer o que tiver de
talento. As pílulas douradas – isto é, os elogios excessivos – na verdade podem
fazer mal a um jovem criador. Bandeira, Drummond e Guimarães Rosa não eram tudo
em seus primeiros escritos. Cresceram muito por conta de críticas justas, de pareceres
honestos, e não por incentivos benevolentes.
São tiros pela culatra os adjetivos desmedidos,
aplicados sem critério a obras imaturas. Se a intenção é estimular o autor em
seus primeiros passos, que se busque identificar com rigor os limites reais de
sua criação. É pela compreensão e pela definição dos limites pessoais da
linguagem autoral que todas as obras literárias (as gigantescas, inclusive) se determinam
com personalidade e se afirmam tanto em seu sentido mais particular como em seu
alcance mais geral.
(Claudino da Veiga, a editar)
Identifica-se
corretamente um elemento construtivo do texto em:
A)
na frase “não eram tudo em seus primeiros escritos” (1° parágrafo), a forma
verbal está na voz passiva.
B)
“pílulas douradas” (1o parágrafo) e “tiros pela culatra” (2° parágrafo) são
expressões a serem tomadas em sentido literal.
C) no segmento “Cresceram muito por conta de” (1° parágrafo), a
forma sublinhada tem o sentido de devido
a.
D)
as formas “sentido mais particular” e “alcance mais geral” (2° parágrafo)
expressam uma alternativa.
E)
em “sobretudo um iniciante”
(1° parágrafo), o termo sublinhado vale por a despeito de.
- Analise o meme a
seguir, publicado no Instagram em 18/2/2022 pelo perfil @gramatimemes, para
responder à questão 10. -
Questão
10
O gênero textual meme ganhou notoriedade com o império das
redes sociais na comunicação cotidiana entre as pessoas. Analisando o que foi
produzido com imagens do rapper
canadense Drake, é correto afirmar que todos os elementos a seguir fundamentam
esse meme, EXCETO:
A) Criação do efeito de humor.
B) Interação entre texto verbal e
não verbal.
C) Exaltação de uma forma linguística culta.
D) Comunicação rápida, com poucas
palavras.
E) Exploração da simetria nos
quatro quadrantes.
Questão
11
Leia
um trecho da letra da música a seguir.
Palpite
(Vanessa Rangel)
Tô
com saudades de você, debaixo do meu cobertor
De
te arrancar suspiros, fazer amor
Tô
com saudades de você, na varanda em noite quente
E
o arrepio frio que dá na gente
Truque
do desejo
Guardo
na boca, o gosto do beijo.
Eu
sinto a falta de você, me sinto só
E
aí?
Será
que você volta?
Tudo
à minha volta é triste
E
aí?
O
amor pode acontecer de novo pra você
Palpite
Tô
com saudade de você
Censurando
o meu vestido
As
juras de amor
Ao
pé do ouvido
Disponível em:
www.vagalume.com.br/vanessa-rangel/palpite-2.html. (Fragmento.)
A
letra da música contemporânea de Vanessa Rangel, “Palpite”, tem elementos que
permitem uma aproximação com as composições desenvolvidas em língua portuguesa a
partir do século XII d. C. Assinale a alternativa que melhor expressa essa
aproximação.
A)
O texto pode ser compreendido como uma versão contemporânea das cantigas
satíricas do trovadorismo português, uma vez que o eu lírico ridiculariza o comportamento
de alguém.
B)
O texto segue o mesmo padrão das cantigas medievais de amor em que é retratado
o desencontro amoroso entre pessoas que já se relacionaram.
C) O texto dá espaço para a expressão
do sentimento feminino, com seus desejos e motivações em função do amor
perdido, como nas cantigas medievais de amigo.
D)
O texto é muito semelhante a uma cantiga medieval de amigo, mas, ao contrário
do que ocorre nas cantigas do mesmo tipo, os amantes se reencontram e têm um
final feliz.
E)
O texto é uma cantiga medieval de amor modernizada, uma vez que obedece aos
padrões de composição daquele período no que se refere à métrica e à rima.
Questão
12
Leia o texto a seguir.
Sigamos estas Deusas e vejamos
Se fantásticas1 são, se
verdadeiras2
Isto dito, veloces3
mais que gamos4,
Se lançam a correr pelas ribeiras.
Fugindo as Ninfas vão por entre os
ramos,
Mas, mais industriosas5
que ligeiras,
Pouco e pouco6,
sorrindo e gritos dando,
Se deixam ir dos galgos7
alcançando.
De uma os cabelos de ouro8
o vento leva,
Correndo; e de outra, as fraldas9
delicadas;
Acende-se o desejo, que se ceva10
Nas alvas carnes, súbito
mostradas.
Uma de indústria cai e já revela,
Com mostras mais macias que
indinadas11,
Que sobre ela, empecendo12,
também caia
Quem a seguiu pela arenosa praia.
CAMÕES,
Luís de. Os Lusíadas. Apresentação e
notas: Ivan Teixeira. 2a edição. Cotia: Atelier Editorial, 2001. p. 268 e 269.
Glossário:
1. fantásticas: fabulosas
(pertencentes às fábulas da mitologia pagã).
2. verdadeiras: reais.
3. veloces: velozes.
4. gamos: cervos, veados.
5. industriosas: astuciosas,
ardilosas.
6. Pouco a pouco: aos poucos, um
de cada vez.
7. galgos: cães velozes utilizados
para caça.
8. ouro: metáfora – cabelos louros
e preciosos como o ouro.
9. fraldas: roupa íntima, tecido
que envolve o corpo da Ninfa.
10. ceva: incendiar, alimentar.
11. indinadas: indignadas.
12. empecendo: facilitando.
Sobre as estrofes, transcritas do
Canto IX, pertencentes ao episódio “Ilha dos Amores”, já nos momentos finais de
Os Lusíadas, de Luís de Camões, é
correto afirmar que
A) narram a perseguição às Ninfas
e Deusas por navegantes na Ilha dos Amores, em que a violência empregada reforça
o caráter épico do poema como um todo.
B) apresentam figuras mitológicas
como personagens, o que não é frequente em epopeias do Renascimento.
C) revelam a sensualidade
provocativa e o tom de dramaticidade de um episódio que começa bem, mas termina
em tragédia e sofrimento.
D) são exemplos do lirismo contido em Os
Lusíadas, pois narram a festa amorosa entre navegantes e Ninfas como
celebração do sucesso da empreitada.
E) são marcadas pela sensualidade
da perseguição das Ninfas pelos navegantes, o que reforça a presença do lirismo
tão frequente na epopeia camoniana.
Questão
13
Leia
o texto a seguir.
Tanto
de meu estado me acho incerto,
que
em vivo ardor tremendo estou de frio;
sem
causa, juntamente choro e rio,
o
mundo todo abarco e nada aperto.
É
tudo quanto sinto, um desconcerto;
da
alma um fogo me sai, da vista um rio;
agora
espero, agora desconfio,
agora
desvario, agora acerto.
Estando
em terra, chego ao Céu voando,
num’hora
acho mil anos, e é de jeito
que
em mil anos não posso achar ü’hora.
Se
me pergunta alguém porque assi ando,
respondo
que não sei; porém suspeito
que
só porque vos vi, minha Senhora.
CAMÕES, Luís de. Os Lusíadas. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br/download/texto/
bv000164.pdf. Acesso em: 17 nov. 2025.
Com
base na leitura do soneto e em seus conhecimentos acerca da lírica camoniana,
pode-se dizer que a apresentação do sentimento do eu lírico aproxima o texto da
A)
prática medieval das cantigas de amigo.
B) tendência maneirista na expressão
sentimental.
C)
poética barroca de tensão religiosa.
D)
impassibilidade dos poetas do Classicismo.
E)
convenção utilizada pelos autores árcades.
Questão
14
Largo em sentir, em respirar
sucinto,
Peno, e calo, tão fino, e tão
atento,
Que fazendo disfarce do tormento
Mostro que o não padeço, e sei que
o sinto.
O mal, que fora encubro, ou que
desminto,
Dentro no coração é que o
sustento:
Com que, para penar é sentimento,
Para não se entender, é labirinto.
Ninguém sufoca a voz nos seus
retiros;
Da tempestade é o estrondo efeito:
Lá tem ecos a terra, o mar
suspiros.
Mas oh do meu segredo alto
conceito!
Pois não me chegam a vir à boca os
tiros
Dos combates que vão dentro no
peito.
Gregório
de Matos e Guerra
No soneto, o eu lírico:
A) expressa um conflito que
confirma a imagem pública do poeta, conhecido pelo epíteto de “o Boca do
Inferno”.
B) opta por sufocar a própria voz
como estratégia apaziguadora de suas perturbações de foro íntimo.
C) explora a censura que o autor
sofreu em sua época, ao ser impedido de dar expressão aos seus sentimentos.
D) estabelece, nos tercetos, um
contraponto semântico entre as metáforas da natureza e da guerra.
E) revela-se como um ser atormentado, ao mesmo tempo que omite a natureza
de seu sofrimento.
Questão
15
Leia o soneto “Descreve o que era naquele tempo a cidade da Bahia”, do poeta Gregório de Matos (1636-1696), para responder à questão.
A
cada canto um grande conselheiro,
Que
nos quer governar cabana e vinha;
Não
sabem governar sua cozinha,
E
podem governar o mundo inteiro.
Em
cada porta um bem frequente olheiro,
Que
a vida do vizinho e da vizinha
Pesquisa,
escuta, espreita e esquadrinha,
Para
o levar à praça e ao terreiro.
Muitos
mulatos desavergonhados,
Trazidos
sob os pés os homens nobres¹,
Posta
nas palmas toda a picardia,
Estupendas
usuras nos mercados,
Todos
os que não furtam muito pobres:
E
eis aqui a cidade da Bahia.
Gregório de Matos. Poemas escolhidos, 2010.
Glossário:
1.
Trazidos sob os pés os homens nobres: na visão de Gregório de Matos, os mulatos
em ascensão subjugam com esperteza os verdadeiros “homens nobres”.
O
soneto de Gregório de Matos constitui um exemplo da sua poesia de teor
A)
nostálgico.
B) satírico.
C)
metalinguístico.
D)
místico.
E)
encomiástico.
Leia o cartum para responder às questões 1 e 2.
Available at:
https://theweek.com/cartoons/723956-politicalcartoon-hurricanes-nuclear-war.
Acess on: march, 25, 2024.
Questão
1
The
correct statement according to the cartoon is:
A)
A terrible atomic attack has occurred.
B)
There will be a huge nuclear attack.
C) The nuclear bomb is an object of
concern.
D)
The hurricane is considered good news.
E) The nuclear bomb is considered good news.
Questão
2
Which
statement corresponds to the main idea from the cartoon?
A)
People know only the poor suffer due to climate changes.
B) People know that nuclear bombs may
be used against them.
C)
People know that climate changes will never be avoided.
D)
People know that nuclear bombs will never be used again.
E) People know the rich do not suffer due to climate changes.
Leia
a tirinha para responder às questões 3 e 4.
Questão
3
No dia a dia, precisamos ler jornais, livros, sites da internet e avisos em mural, dentre outros meios de escrita, para aprendermos algo e nos atualizarmos. Interpretar texto e o mundo ao nosso redor é fundamental. Escolha a alternativa correta de acordo com o diálogo da tirinha. No primeiro quadro, a jovem pergunta se a pessoa na cadeira trouxe:
A)
um pacote com livros.
B)
toalhas para os dois.
C) protetor solar.
D)
óculos de mergulho.
E)
sanduíches.
Questão
4
Qual dito popular no Brasil se
assemelha a “Better safe than sorry?”, expresso no último quadrinho?
A) Ri por último quem ri melhor.
B) Não faça aquilo que pode
fazê-lo arrepender-se depois.
C) O que é meu é nosso.
D) Quem guarda tem.
E) Melhor prevenir do que remediar.
Questão
5
Ditados
populares resumem a sabedoria dos nossos antepassados com conselhos úteis e
alguns engraçados para navegarmos na vida com mais facilidade.
Act
as if what you do makes a difference. It does. William James
Assinale
a alternativa que melhor corresponde ao ditado de William James.
A) Aja como se o que você faz fizesse a
diferença. Realmente faz.
B)
O desenrolar dos fatos da vida não depende de tua atitude.
C)
Teus atos importam a ti e a ninguém mais.
D)
Seguir uma religião é fundamental para o bem-estar da sociedade.
E)
Hoje é o dia apropriado para aprender algo novo.


