11 abril 2026

AVALIAÇÃO BIMESTRAL 1 - 3ª SÉRIE 2026

- Leia o texto para responder às questões 1 a 5 -

Veterano torcedor de futebol, se bem que há muito tenha trocado a arquibancada pelo sofá, algo passou a me fascinar além dos passes, dribles e gols. É a apropriação periódica de termos e expressões que não se usavam e que, de uma rodada para outra, assomam o vocabulário dos narradores e comentaristas. E, quando adotados por um, passam a ser usados por todos. Em pouco tempo, essa nova língua é assimilada pelos técnicos, jogadores, gandulas e, de taco na mão e palito na boca, pelo torcedor no botequim.

Já me disseram que não é assim, mas o contrário – que são os treinadores que inventam as expressões e os narradores apenas os seguem. Como diria o filólogo rubro-negro Antonio Houaiss, reservo-me o direito de discrepar. Nenhum técnico cunhou mais expressões que o inolvidável Tite – “treinabilidade”, “externos desequilibrantes”, “sinapses do último terço” – e nunca vi um narrador ou comentarista falar essas idiotices. E temos os 11 milhões de treinadores portugueses hoje no Brasil, que continuam a falar como em Lisboa – temporada é “época”, primeiro tempo é “primeira parte”, jogador descansado é “jogador fresco” – e ninguém adotou isso.

Há tempos, referi-me a sandices como “camisa pesada” (não de suor, mas de títulos), “entre linhas” (a velha intermediária) e “pressão baixa” (retranca). Quem inventou? O simples ato de atacar tornou-se “atacar o espaço” – querem que o jogador ataque o tempo? E os clubes não moram mais em suas sedes, mas em “prateleiras”, como bules e açucareiros.

Num futebol em que se disputa a bola em crescente e atordoante velocidade, como será “jogar parado” ou, mais impróprio ainda, “jogar sem bola”? E haja tinta para passar nas traves.

Disponível em: www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2025/07/atacar-o-espaco.shtml. (Adaptado).

 

Questão 1

Para abordar aspectos da língua e do futebol, o autor emprega recursos discursivos que caracterizam seu texto como uma crônica. Esse gênero se justifica sobretudo porque o texto

A) explora argumentos amparados na Linguística contra as expressões analisadas.

B) apresenta uma reflexão subjetiva e irônica sobre as criações linguísticas no futebol.

C) narra, em ordem cronológica, os principais acontecimentos que embasam sua crítica.

D) busca transmitir informações de maneira objetiva e impessoal, típico do jornalismo.

E) preocupa-se com a seleção de termos técnicos, característicos da ciência linguística.

 

Questão 2

“E, quando adotados por um, passam a ser usados por todos. Em pouco tempo, essa nova língua é assimilada pelos técnicos, jogadores, gandulas e, de taco na mão e palito na boca, pelo torcedor no botequim.” Nesse trecho do primeiro parágrafo, há uma relação de

A) oposição entre o vocabulário criado pelos narradores e o adotado pelo público.

B) simultaneidade entre a criação no contexto do futebol e sua adoção na sociedade.

C) consequência, pois a adoção inicial das expressões criadas gera sua difusão social.

D) estaticidade, já que a linguagem do futebol não ultrapassa as fronteiras do esporte.

E) objeção, pois não são todos os torcedores que assimilam as novas expressões criadas.

 

Questão 3

No segundo parágrafo, o texto fala em “11 milhões de treinadores portugueses hoje no Brasil”. Considerando que Portugal atualmente tem algo em torno de 10,7 milhões habitantes, o exagero deste trecho tem como objetivo principal:

A) denunciar a recente onda migratória de Portugal para o Brasil.

B) criticar a quantidade de treinadores portugueses no futebol brasileiro.

C) ironizar a pretensa superioridade dos portugueses, chamando-os de treinadores.

D) informar que a imigração portuguesa se destina sobretudo aos esportes.

E) insinuar a superioridade do futebol brasileiro em relação ao português.

 

Questão 4

O texto aborda o surgimento de expressões criadas no universo do futebol e sua apreensão e circulação social, como “camisa pesada”, “jogar sem bola” ou “jogar parado”. A análise desse fenômeno sociolinguístico permite afirmar que ele está relacionado

A) a um caso de deturpação da lógica do idioma, pois grande parte das novas expressões não é coerente, como destaca o articulista.

B) à manutenção da norma culta do idioma, pois a maior parte dos falantes de português não usa as expressões criadas no futebol.

C) a processos de variação linguística, segundo os quais grupos sociais produzem e difundem novas formas de expressão.

D) a um exemplo de mudança lexical que só ocorre no português do Brasil, mais afeito a mudanças que o de Portugal.

E) a um fenômeno de nicho, exclusivo da fala de narradores e comentaristas esportivos, que não atinge a sociedade como um todo.

 

Questão 5

Quando o autor menciona que portugueses (e imigrantes portugueses) chamam de “época” o que chamamos de “temporada” ou de “primeira parte” o que nomeamos de “primeiro tempo”, ele está exemplificando um caso de

A) variação diacrônica, pois são termos que mudam ao longo da história da língua.

B) variação diastrática, pois o nível de escolaridade dos falantes produz alterações na língua.

C) variação diatópica, pois diferenças regionais podem produzir palavras distintas.

D) inadequação linguística, pois se usa o português europeu para o futebol brasileiro.

E) escolha estilística, pois o falante é livre para usar as expressões que mais lhe agradem.

 

- Leia a crônica “O pavão”, de Rubem Braga (1913-1990), publicada originalmente em novembro de 1958, para responder às questões 6 e 7 -

Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.

Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com o mínimo de elementos. De água e luz ele faz seu esplendor; seu grande mistério é a simplicidade.

Considerei, por fim, que assim é o amor, oh! minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz de teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico.

BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana!, 2019.

 

Questão 6

No contexto da crônica, os olhos do cronista equivaleriam então

A) à luz que incide nas penas do pavão.

B) às penas do pavão.

C) ao arco-íris de plumas do pavão.

D) à luz do olhar da amada.

E) às bolhas d’água das penas do pavão.

 

Questão 7

A própria extensão de sua crônica testemunha o esforço de Rubem Braga em alcançar o ideal artístico exposto no segundo parágrafo. Nesse sentido, pode-se dizer que esse segundo parágrafo de sua crônica encerra basicamente um teor

A) metalinguístico.

B) místico.

C) satírico.

D) político-social.

E) lírico-amoroso.

 

Questão 8

Leia o texto a seguir.

Muitos dos jovens estudantes que conheci pareciam estar em um estado que chamaria de hedonia depressiva. A depressão é habitualmente caracterizada como um estado não hedônico, mas a condição à qual me refiro aqui é constituída não tanto por uma incapacidade em se obter prazer e mais pela incapacidade de fazer qualquer outra coisa senão buscar prazer. Há uma sensação de que “algo está faltando” – mas nenhuma apreciação de que este gozo perdido, misterioso, só possa ser acessado para além do princípio do prazer. Trata-se, em grande parte, de uma consequência do posicionamento estruturalmente ambíguo dos alunos, perdidos entre o antigo papel de sujeitos de instituições disciplinares e o novo estatuto de consumidores de serviços.

FISHER, Mark. Realismo Capitalista. São Paulo: Autonomia Literária, 2020. p. 44.

 

No trecho do ensaio, o “estatuto de consumidores de serviços” está associado

A) a uma sensação de completude.

B) à impossibilidade de obter satisfação ou prazer.

C) a um estado “não hedônico” ou apático.

D) à incapacidade de realizar atividades não prazerosas.

E) a uma educação fortemente disciplinar.

 

Questão 9

Sem pílulas douradas

Elogiar exageradamente um escritor, sobretudo um iniciante, é uma ótima maneira de lhe alimentar a vaidade e corroer o que tiver de talento. As pílulas douradas – isto é, os elogios excessivos – na verdade podem fazer mal a um jovem criador. Bandeira, Drummond e Guimarães Rosa não eram tudo em seus primeiros escritos. Cresceram muito por conta de críticas justas, de pareceres honestos, e não por incentivos benevolentes.

São tiros pela culatra os adjetivos desmedidos, aplicados sem critério a obras imaturas. Se a intenção é estimular o autor em seus primeiros passos, que se busque identificar com rigor os limites reais de sua criação. É pela compreensão e pela definição dos limites pessoais da linguagem autoral que todas as obras literárias (as gigantescas, inclusive) se determinam com personalidade e se afirmam tanto em seu sentido mais particular como em seu alcance mais geral.

(Claudino da Veiga, a editar)

 

Identifica-se corretamente um elemento construtivo do texto em:

A) na frase “não eram tudo em seus primeiros escritos” (1° parágrafo), a forma verbal está na voz passiva.

B) “pílulas douradas” (1o parágrafo) e “tiros pela culatra” (2° parágrafo) são expressões a serem tomadas em sentido literal.

C) no segmento “Cresceram muito por conta de” (1° parágrafo), a forma sublinhada tem o sentido de devido a.

D) as formas “sentido mais particular” e “alcance mais geral” (2° parágrafo) expressam uma alternativa.

E) em “sobretudo um iniciante” (1° parágrafo), o termo sublinhado vale por a despeito de.

 

- Analise o meme a seguir, publicado no Instagram em 18/2/2022 pelo perfil @gramatimemes, para responder à questão 10. -

 


Questão 10

O gênero textual meme ganhou notoriedade com o império das redes sociais na comunicação cotidiana entre as pessoas. Analisando o que foi produzido com imagens do rapper canadense Drake, é correto afirmar que todos os elementos a seguir fundamentam esse meme, EXCETO:

A) Criação do efeito de humor.

B) Interação entre texto verbal e não verbal.

C) Exaltação de uma forma linguística culta.

D) Comunicação rápida, com poucas palavras.

E) Exploração da simetria nos quatro quadrantes.

 

Questão 11

Leia um trecho da letra da música a seguir.

Palpite

(Vanessa Rangel)

Tô com saudades de você, debaixo do meu cobertor

De te arrancar suspiros, fazer amor

Tô com saudades de você, na varanda em noite quente

E o arrepio frio que dá na gente

Truque do desejo

Guardo na boca, o gosto do beijo.

Eu sinto a falta de você, me sinto só

 

E aí?

Será que você volta?

Tudo à minha volta é triste

E aí?

O amor pode acontecer de novo pra você

Palpite

 

Tô com saudade de você

Censurando o meu vestido

As juras de amor

Ao pé do ouvido

Disponível em: www.vagalume.com.br/vanessa-rangel/palpite-2.html. (Fragmento.)

 

A letra da música contemporânea de Vanessa Rangel, “Palpite”, tem elementos que permitem uma aproximação com as composições desenvolvidas em língua portuguesa a partir do século XII d. C. Assinale a alternativa que melhor expressa essa aproximação.

A) O texto pode ser compreendido como uma versão contemporânea das cantigas satíricas do trovadorismo português, uma vez que o eu lírico ridiculariza o comportamento de alguém.

B) O texto segue o mesmo padrão das cantigas medievais de amor em que é retratado o desencontro amoroso entre pessoas que já se relacionaram.

C) O texto dá espaço para a expressão do sentimento feminino, com seus desejos e motivações em função do amor perdido, como nas cantigas medievais de amigo.

D) O texto é muito semelhante a uma cantiga medieval de amigo, mas, ao contrário do que ocorre nas cantigas do mesmo tipo, os amantes se reencontram e têm um final feliz.

E) O texto é uma cantiga medieval de amor modernizada, uma vez que obedece aos padrões de composição daquele período no que se refere à métrica e à rima.

 

Questão 12

Leia o texto a seguir.

Sigamos estas Deusas e vejamos

Se fantásticas1 são, se verdadeiras2

Isto dito, veloces3 mais que gamos4,

Se lançam a correr pelas ribeiras.

Fugindo as Ninfas vão por entre os ramos,

Mas, mais industriosas5 que ligeiras,

Pouco e pouco6, sorrindo e gritos dando,

Se deixam ir dos galgos7 alcançando.

 

De uma os cabelos de ouro8 o vento leva,

Correndo; e de outra, as fraldas9 delicadas;

Acende-se o desejo, que se ceva10

Nas alvas carnes, súbito mostradas.

Uma de indústria cai e já revela,

Com mostras mais macias que indinadas11,

Que sobre ela, empecendo12, também caia

Quem a seguiu pela arenosa praia.

CAMÕES, Luís de. Os Lusíadas. Apresentação e notas: Ivan Teixeira. 2a edição. Cotia: Atelier Editorial, 2001. p. 268 e 269.

 

Glossário:

1. fantásticas: fabulosas (pertencentes às fábulas da mitologia pagã).

2. verdadeiras: reais.

3. veloces: velozes.

4. gamos: cervos, veados.

5. industriosas: astuciosas, ardilosas.

6. Pouco a pouco: aos poucos, um de cada vez.

7. galgos: cães velozes utilizados para caça.

8. ouro: metáfora – cabelos louros e preciosos como o ouro.

9. fraldas: roupa íntima, tecido que envolve o corpo da Ninfa.

10. ceva: incendiar, alimentar.

11. indinadas: indignadas.

12. empecendo: facilitando.

 

Sobre as estrofes, transcritas do Canto IX, pertencentes ao episódio “Ilha dos Amores”, já nos momentos finais de Os Lusíadas, de Luís de Camões, é correto afirmar que

A) narram a perseguição às Ninfas e Deusas por navegantes na Ilha dos Amores, em que a violência empregada reforça o caráter épico do poema como um todo.

B) apresentam figuras mitológicas como personagens, o que não é frequente em epopeias do Renascimento.

C) revelam a sensualidade provocativa e o tom de dramaticidade de um episódio que começa bem, mas termina em tragédia e sofrimento.

D) são exemplos do lirismo contido em Os Lusíadas, pois narram a festa amorosa entre navegantes e Ninfas como celebração do sucesso da empreitada.

E) são marcadas pela sensualidade da perseguição das Ninfas pelos navegantes, o que reforça a presença do lirismo tão frequente na epopeia camoniana.

 

Questão 13

Leia o texto a seguir.

Tanto de meu estado me acho incerto,

que em vivo ardor tremendo estou de frio;

sem causa, juntamente choro e rio,

o mundo todo abarco e nada aperto.

 

É tudo quanto sinto, um desconcerto;

da alma um fogo me sai, da vista um rio;

agora espero, agora desconfio,

agora desvario, agora acerto.

 

Estando em terra, chego ao Céu voando,

num’hora acho mil anos, e é de jeito

que em mil anos não posso achar ü’hora.

 

Se me pergunta alguém porque assi ando,

respondo que não sei; porém suspeito

que só porque vos vi, minha Senhora.

CAMÕES, Luís de. Os Lusíadas. Disponível em: www.dominiopublico.gov.br/download/texto/

bv000164.pdf. Acesso em: 17 nov. 2025.

 

Com base na leitura do soneto e em seus conhecimentos acerca da lírica camoniana, pode-se dizer que a apresentação do sentimento do eu lírico aproxima o texto da

A) prática medieval das cantigas de amigo.

B) tendência maneirista na expressão sentimental.

C) poética barroca de tensão religiosa.

D) impassibilidade dos poetas do Classicismo.

E) convenção utilizada pelos autores árcades.

 

Questão 14

Largo em sentir, em respirar sucinto,

Peno, e calo, tão fino, e tão atento,

Que fazendo disfarce do tormento

Mostro que o não padeço, e sei que o sinto.

 

O mal, que fora encubro, ou que desminto,

Dentro no coração é que o sustento:

Com que, para penar é sentimento,

Para não se entender, é labirinto.

 

Ninguém sufoca a voz nos seus retiros;

Da tempestade é o estrondo efeito:

Lá tem ecos a terra, o mar suspiros.

Mas oh do meu segredo alto conceito!

 

Pois não me chegam a vir à boca os tiros

Dos combates que vão dentro no peito.

Gregório de Matos e Guerra

 

No soneto, o eu lírico:

A) expressa um conflito que confirma a imagem pública do poeta, conhecido pelo epíteto de “o Boca do Inferno”.

B) opta por sufocar a própria voz como estratégia apaziguadora de suas perturbações de foro íntimo.

C) explora a censura que o autor sofreu em sua época, ao ser impedido de dar expressão aos seus sentimentos.

D) estabelece, nos tercetos, um contraponto semântico entre as metáforas da natureza e da guerra.

E) revela-se como um ser atormentado, ao mesmo tempo que omite a natureza de seu sofrimento.

 

Questão 15

Leia o soneto “Descreve o que era naquele tempo a cidade da Bahia”, do poeta Gregório de Matos (1636-1696), para responder à questão.

A cada canto um grande conselheiro,

Que nos quer governar cabana e vinha;

Não sabem governar sua cozinha,

E podem governar o mundo inteiro.

 

Em cada porta um bem frequente olheiro,

Que a vida do vizinho e da vizinha

Pesquisa, escuta, espreita e esquadrinha,

Para o levar à praça e ao terreiro.

 

Muitos mulatos desavergonhados,

Trazidos sob os pés os homens nobres¹,

Posta nas palmas toda a picardia,

 

Estupendas usuras nos mercados,

Todos os que não furtam muito pobres:

E eis aqui a cidade da Bahia.

Gregório de Matos. Poemas escolhidos, 2010.

 

Glossário:

1. Trazidos sob os pés os homens nobres: na visão de Gregório de Matos, os mulatos em ascensão subjugam com esperteza os verdadeiros “homens nobres”.

 

O soneto de Gregório de Matos constitui um exemplo da sua poesia de teor

A) nostálgico.

B) satírico.

C) metalinguístico.

D) místico.

E) encomiástico.

 

Leia o cartum para responder às questões 1 e 2.

 


Available at: https://theweek.com/cartoons/723956-politicalcartoon-hurricanes-nuclear-war. Acess on: march, 25, 2024.

 

Questão 1

The correct statement according to the cartoon is:

A) A terrible atomic attack has occurred.

B) There will be a huge nuclear attack.

C) The nuclear bomb is an object of concern.

D) The hurricane is considered good news.

E) The nuclear bomb is considered good news. 

 

Questão 2

Which statement corresponds to the main idea from the cartoon?

A) People know only the poor suffer due to climate changes.

B) People know that nuclear bombs may be used against them.

C) People know that climate changes will never be avoided.

D) People know that nuclear bombs will never be used again.

E) People know the rich do not suffer due to climate changes. 

 

Leia a tirinha para responder às questões 3 e 4.

 


Questão 3

No dia a dia, precisamos ler jornais, livros, sites da internet e avisos em mural, dentre outros meios de escrita, para aprendermos algo e nos atualizarmos. Interpretar texto e o mundo ao nosso redor é fundamental. Escolha a alternativa correta de acordo com o diálogo da tirinha. No primeiro quadro, a jovem pergunta se a pessoa na cadeira trouxe:

A) um pacote com livros.

B) toalhas para os dois.

C) protetor solar.

D) óculos de mergulho.

E) sanduíches.

 

Questão 4

Qual dito popular no Brasil se assemelha a “Better safe than sorry?”, expresso no último quadrinho?

A) Ri por último quem ri melhor.

B) Não faça aquilo que pode fazê-lo arrepender-se depois.

C) O que é meu é nosso.

D) Quem guarda tem.

E) Melhor prevenir do que remediar.

 

Questão 5

Ditados populares resumem a sabedoria dos nossos antepassados com conselhos úteis e alguns engraçados para navegarmos na vida com mais facilidade.

Act as if what you do makes a difference. It does. William James

Assinale a alternativa que melhor corresponde ao ditado de William James.

A) Aja como se o que você faz fizesse a diferença. Realmente faz.

B) O desenrolar dos fatos da vida não depende de tua atitude.

C) Teus atos importam a ti e a ninguém mais.

D) Seguir uma religião é fundamental para o bem-estar da sociedade.

E) Hoje é o dia apropriado para aprender algo novo.

AVALIAÇÃO BIMESTRAL 1 - 6º ANO 2026

Questão 1 Leia o texto a seguir. Convite Poesia é brincar com palavras como se brinca com bola, papagaio, pião   Só que bo...